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 O Primeiro "diagnóstico'" de Transtorno do Pânico, foi feito pelo Médico Neurologista, Sigmund Freud, o pai da psicanálise que abriu as portas pro psiquismo, antes tudo era a nível do pensamento consciente, com a Teoria Elaborada por Freud em forma de "pirâmide" O Id, O ego e o Superego, Freud conseguiu demonstrar que diversas psicopatologias teriam um fundo além do consciente, Freud virava e mexia colocava na cabeça das pessoas a dúvida: "Porque uma pessoa iria querer morrer se ela tem tudo o que quer", Freud desmistificou tudo isso, a qual na época era encarada como fraqueza de caráter ou possessão demoníaca, Freud explicou que traumas vivenciados nos primeiros anos de vida eram guardados no Id a qual enviava no futuro sinais do problema, desencadeando fobias específicas ou não. Freud acreditava que a Neurose da Angústia ( hoje chamada de Síndrome ou Transtorno do Pânico ), era um acúmulo de conflitos conscientes e inconscientes, provocados pela Religião, Sociedade e Cultura, fatores afetivos, sexuais, culturais eram os principais responsáveis pelos transtornos ansiosos. Freud relatou em um dos seus ensaios falou sobre a ansiedade que ele percebeu em um paciente, vejamos:: "...pode irromper de repente na consciência sem ser despertado pelo curso da imaginação e provoca assim um ataque de angústia. Tal ataque pode constituir somente em sensação de angústia, não associada a nenhuma representação, ou ligada à idéia de morte ou loucura, ou também acompanhada de uma parestesia qualquer...ou unida à perturbação de uma ou mais funções físicas, tais como da respiração, da circulação, da inervação vasomotora ou da atividade glandular. 
(...) Eis aqui uma relação das formas de ataque de angústia que até agora me são conhecidas: 
a) Com perturbação da atividade cardíaca: palpitações, arritmias breves, taquicardia duradoura... 
b) Com perturbação da respiração: formas diversas de dispnéia nervosa, ataques análogos ao do asma, etc.... 
c) Ataque de suor, às vezes noturno. 
d) Ataques de tremores e convulsões... 
e) Ataques de bulimia, acompanhados às vezes de vertigem. 
f) Diarréias emergentes em forma de ataques 
g) Ataques de vertigem locomotora. 
h) Ataques das chamadas congestões...denominado neurastenia vasomotora. 
i) Ataques de parestesia... "(1)
É interessante saber que não foi a Psicologia ou a Psiquiatria que fez a sintomatologia e constituição da Síndrome do Pânico, Freud mesmo sendo Neurologista não atribuiu seus méritos a mesma e sim a Psicanálise, a ciência a qual ele mostrou.“Por síndrome diz-se todo conjunto de sinais e sintomas clínicos e laboratoriais que caracterizam determinada doença. Na síndrome do pânico o DSM-IV (livro de classificação das doenças) diz que para se caracterizar a síndrome do pânico o paciente deve apresentar simultaneamente pelo menos 04 dos seguintes sinais e sintomas: palpitação, sudorese, tremores ou abalos, sensação de falta de ar ou sufocamento, sensação de asfixia, náuseas ou desconforto abdominal, dor ou desconforto torácico (no peito), desrealização (sensações de irrealidade), despersonalização (estar distanciado de si), tontura ou vertigem, medo de perder o controle, medo de enlouquecer, medo de morrer, sensações de parestesia (adormecimento) ou formigamentos em extremidades ou membros, sensações de calor ou calafrios. Em geral eles iniciam sem aviso prévio e de forma súbita.

Devemos também diferenciar pânico de medo, fobia, ansiedade e angustia. Por medo define-se uma apreensão frente a um perigo real, externo e imediato. Por fobia uma apreensão frente a um perigo imediato, mas nem sempre real e externo. A ansiedade é uma sensação de que algo de ruim está para acontecer, sempre movido por um fato que ainda não ocorreu e trazendo um sofrimento individual antes mesmo do fato realmente ocorrer. A ansiedade nem sempre deve ser considerada uma doença, ela faz parte de nosso ser e está presente em muitas situações (véspera de provas, de uma entrevista de emprego, de uma declaração de amor, de uma palestra, etc.), podendo vir a ser considerada uma doença se sempre aparecer por qualquer motivo e trazer desconfortos por longos períodos de tempo. A angústia é um sentimento que ocorre caracterizado por sensações de aperto no peito, uma sensação de vazio interno, sendo originado quase sempre por um motivo impreciso e indefinido, normalmente não real e fazendo parte de nossos conflitos internos, de nossas fantasias e desejos inconscientes.
As causas da síndrome do pânico são individuais, não há como desejar reconhecer uma única causa para diagnosticar este problema. É preciso que o paciente fale para que o terapeuta possa lhe conhecer, bem como a seus problemas, seus conflitos, como e quando a doença ocorre, para que se possa criar possibilidades de terapia através dos insights, da busca pela mudança e da transformação individual, da resolução de seus eventuais conflitos inconscientes internos.

Tratamentos:

No Campo Psiquíco

 A verbalização livre fará com que comece a haver a concatenação de idéias, sentimentos, afetos, recordações até então livres e não conscientes, levando o paciente a perceber aos poucos a forma como ele percebe os eventos desencadeadores de sua doença e como ele as mantêm (cultiva). Desta percepção ele mesmo começará a elaborar novas possibilidades de evitar e contornar situações que gerem ansiedade e produzam posteriormente seu pânico. O que pode vir a dificultar certos casos serão os diversos mecanismos de defesa psíquicos que alguns pacientes podem criar para fugir de seus conflitos internos e de um possível sofrimento.

A análise ou a hipnoanálise levará o paciente a tornar consciente os motivos inconscientes que o levam a desencadear todo o processo de ansiedade, angústia e por fim pânico. Todavia, como foi dito acima, seja qual for a abordagem utilizada, recomendamos paciência na obtenção de resultados, pois o paciente lutará consigo mesmo, através das referidas defesas psíquicas que procuram evitar a dor e o sofrimento.
A hipnose pode em alguns casos facilitar o acesso ao conteúdo focal da ansiedade e em outros deve ser postergado seu uso até que o ego do paciente tenha apoio suficiente para elaborar o que quer que saia de sua memória inconsciente. Normalmente para se evitar riscos e sofrimento desnecessários, iniciamos comumente pela psicanálise clássica e o uso da hipnose virá caso haja a necessidade e a oportunidade de se acelerar o processo, caso contrário o paciente será orientado a continuar sua terapia de forma clássica até o fim. O maior risco envolvido no uso indevido da hipnose é desencadearmos no paciente uma crise depressiva desnecessária por falta de apoio egóico.

Quando recebemos pacientes com quadros de desesperança que indicam a possibilidade de desenvolverem facilmente uma depressão, a hipnose deve ser usada não para descobrir focos que desencadeiam o pânico, mas para resgatar lembranças boas, alegres e enriquecedoras que venham a fortalecer o ego e a auto-estima desta pessoa, para que se possa dar início posteriormente a busca pela causa original através da abordagem clássica (e não pela hipnose). Batendo sempre na tecla das boas recordações, fazemos aos poucos o paciente perceber que há algo de bom dentro dele e que ele pode se apoiar nesta sua parte para enfrentar a vida e seus problemas, que ele não se encontra totalmente desamparado como pensa estar. 

Terapias Complementares

Terapia Ortomolecular e Oligoterapia
VITAMINAS DO COMPLEXO B

Acredita-se que as vitaminas B1, B3 e B6 ajudem a diminuir a ansiedade, aumentando a proporção de piruvato para lactato no organismo.  Abram Hoffer, M.D., Ph.D., diz que, recentemente, demonstrou-se que receptores naturais da vitamina B3 no cérebro também atraem as benzodiazepinas, normalmente usadas para tratamento de distúrbios de ansiedade. Segundo Hoffer, isso sugere que a ação da B3 é semelhante à das drogas, fato não comprovado, no entanto, embora ambas tenham efeito sedativo quando medidas em cobaias.

O Dr. Hoffer, psiquiatra que vem trabalhando intensamente com a vitamina B3 desde o início da década de 50, acrescenta que esse nutriente aumenta a eficácia dos componentes da diazepina e de muitos outros tranquilizantes. Se essas drogas forem realmente necessárias, a B3, permitirá que sejam ministradas em menor dosagem.

Abbey relata o estudo realizado por ela. De 12 pacientes com agorafobia, sete tinham deficiência de vitamina B1, seis de vitamina B6, três de B12, dois de ácido fólico, e um de B2. Essas 12 pessoas e outras 11, também com agorafobia, receberam suplementos nutricionais de amplo espectro e suplementos megavitamínicos adicionais para as deficiências detectadas nos exames laboratoriais.Depois de três meses, 19, dentre as 23, apresentaram ampla melhora, sendo que sete se recuperaram totalmente; e 11, que sofriam crises de pânico, ficaram completamente curadas. Nenhuma das 23 recaiu na categoria “sem progressos”.

Vitamina C com bioflavonóides: São importantes para manter as glândulas adrenais saudáveis, que podem estar exaustas durante o período de ansiedade, devido a alta produção de adrenalina. A ingestão de doses altas de vitamina C foi associada à maior resistência ao estresse.NADH: Um composto orgânico que pode ajudar a normalizar a química cerebral, promovendo uma sensação de calma e bem-estar. Dose sugerida: 5 a 15 mg ao dia. Ingerir com o estômago vazio.

Cálcio e magnésio: Tem um efeito calmante e ajuda a diminuir a sensação de nervosismo. Use produtos quelados ou na forma de citrato.
L-tirosina: Um aminoácido que pode ajudar a aliviar os sintomas do estresse e promover o sono. Ingerir com o estômago vazio e com suco de frutas. Não utilize se estiver consumindo beta-bloqueadores ou sofrer de pressão alta.
Gaba com inositol ou L-taurina : Agem como tranquilizantes naturais.

Melatonina: Promove o relaxamento e o sono Tem sido usada no tratamento de desordens mentais como a depressão e no tipo de insônia que acompanha a ansiedade. Comece com doses pequenas. Não é recomendado para grávidas ou mulheres que estejam amamentando.

Fitoterápicos
Valeriana: Uma erva tranquilizante segura e que não causa dependência cuja eficiência no tratamento de desordens da ansiedades já foi comprovada. A valeriana funciona especialmente bem em combinação com o maracujá. Ela pode causar sonolência.

Kava kava (Piper methysticum) : A kavaína, o principal composto bioativo encontrado no kava kava, provou sua eficiência em estudos clínicos com pacientes que sofriam de ansiedade. Cuidado pode provocar lesão hepática grave.

Ginkgo biloba: Melhora a oxigenação das células do cérebro e apresenta efeitos antidepressivos por melhorar o estado da microcirculação.

Ácidos graxos essenciais: Fazem parte dos revestimentos nervosos : membrana citoplasmática , membranas do mitocondria e bainha de mielina. Os ácidos graxos mais usados são o óleo de linhaça , o óleo de borragem e o óleo de prímula.

Betônica officinalis: A betônica foi muito apreciada e prescrita por centenas de anos por médicos do novo e do velho mundo para tratar distúrbios nervosos e do sono. Ela é particularmente útil na dor de cabeça associada à tensão nervosa. Também age como um desintoxicante do sangue e de certos órgãos. Junto com a valeriana a betônica acalma levemente o trato gastrointestinal. A betônica é oficialmente reconhecida pela Britih Herbal Pharmacopeia.

Gengibre : A tensão nervosa e a ansiedade geralmente são acompanhadas por distúrbios alimentares e digestivos. O gengibre é uma das melhores ervas para tratar dos distúrbios do trato digestivo. O gengibre assiste quase todos os aspectos da digestão. Ele estimula a produção da saliva e da bile e diminuí as náusea, os gases e a plenitude . Ele também melhora o peristaltismo tonificando a musculatura intestinal e otimizando a flora intestinal útil. A sua qualidade de estimular a circulação faz com que as demais ervas desta fórmula sejam mais eficazes . A raiz de gengibre ativa os mecanismos de limpeza do corpo através de suas propriedades diuréticas, diaforéticas e digestivas. O valor terapêutico do gengibre é oficialmente reconhecido na Grã Bretanha, Bélgica, e França.

Lúpulo : O lúpulo é amplamente cultivado na América do Norte, na América do Sul, Inglaterra, Alemanha e Austrália devido ao seu uso na produção de cerveja. Ele tem sido empregado como medicamento por mais de mil anos. O lúpulo tem sido usado como medicamento, talvez pelo mesmo período de tempo, para tratar da ansiedade e dos distúrbios do sono. O lúpulo é oficialmente reconhecido como medicamento na Grã Bretanha, Bélgica, e França.

Scutellaria Lateriflora: Provou ser útil nos distúrbios do sono, nervosismo, tremores e nos espasmos. Tem o poder de acalmar o sistema nervoso excitado. Há anos atrás ganhou reconhecimento oficial na United States Pharmacopeia e no National Formulary. Ela é ainda oficialmente reconhecida na Europa para tratar epilepsia, tensão nervosa e insônia.
 
Camomila : Enquanto a camomila tem sido usada modestamente nos Estados Unidos como chá e em outras preparações, ela não alcança o sucesso encontrado na Europa ocidental e oriental, especialmente, na Alemanha, onde é considerada uma verdadeira panacéia. A camomila tem sido muito estudada e é muito útil para os distúrbios do sono e digestivos. É carminativa e acalma o trato gastrointestinal, mas também estimula levemente o intestino, sem ser um laxativo propriamente dito. É oficialmente reconhecida na Grã Bretanha, Bélgica, França e Alemanha.

Cnicus benedictus : A Cnicus desempenha um papel de apoio nesta fórmula. Ajuda a ativar a vesícula biliar lenta e a corrigir problemas estomacais, digestivos, flatulência e dores de cabeça relacionadas com a tensão nervosa. Além disso, estimula a depuração do organismo por promover a perspiração e o aumento da diurese. Grã Bretanha, Alemanha e Bélgica reconhecem oficialmente a sua importância medicinal.

Vervano: Considerado um relaxante dos nervos.

L-glutamina: Tranquiliza gentilmente o sistema nervoso central. Dose sugerida: 1.500mg dividos em três doses com o estômago vazio e ingerir com suco de frutas.

GABA: Ajuda a nutrir o cérebro e é essencial para a saúde das células cerebrais.

Outras Terapêuticas
Meditação : Aprender a meditar pode ajudar a dispersar sentimentos de ansiedade ou tensão, enquanto nos ensina a focar somente naquilo que queremos pensar. 

O controle da mente é uma parte integral do aprendizado para lidarmos com sentimentos descontrolados de ansiedade ou pânico.

Visualização : A capacidade de visualizarmos situações que geralmente precedem um ataque de pânico, com comportamentos alternativos racionais pode ajudar a controlar os distúrbios de ansiedade. Além disso, visualizar certas imagens quando nos confrontamos com sentimentos de pânico pode ajudar a dissipar o ataque.

Controle da respiração : A disciplina é inestimável para atingir o relaxamento. Nas situações de grande estresse o controle da respiração pode ser muito útil.

Aromaterapia : Certos aromas como a lavanda pode ajudar a dissipar o estresse e a promover um efeito tranquilizante. Óleos aromáticos podem ser carregados na bolsa ou no bolso para o uso fora do lar.

Os florais buscam trabalhar a causa através de uma serie de entrevistas continuas com acompanhamento constante e a administração de florais de acordo com as causas descobertas, preparando-se o paciente para que ele possa enfrentar seus limites e as adversidades vitais de uma maneira menos estressante.

        O paciente desenvolve junto com o terapeuta, com a ajuda dos florais, uma nova forma de viver onde se priorize a busca de uma harmonia e equilíbrio pessoal.O sucesso do tratamento está diretamente ligado ao engajamento do paciente com o mesmo. Aqui no site, vocês podem encontrar depoimentos de alguns clientes que estão em tratamento com esta síndrome.

        Os florais são indicados para cada caso individualmente, baseado em cada história, portanto não existe, como na alopatia, um floral para isso e um para aquilo, um floral que pode ser útil para um paciente para síndrome do pânico pode não servir para outro, mas, via de regra, estatisticamente falando, os mais usados que servem como ajuda em qualquer dos casos, são os seguintes:

1- Australianos - Grey Spider Flower.
2- Minas - Bipinatus
3- Bach - Rock Rose
4- Saint German - Panicum
5- Arizona - Pencil Cholla Cactus
6- Red Clover - California

        Sofrer de pânico não é loucura, nem "frescura".O melhor jeito para conviver com uma pessoa que passou ou passa por este problema, é compreende-la e tranqüiliza-la, trazendo-lhe bem-estar.

Agende a sua consulta para verificarmos os melhores métodos a serem aplicados no seu caso

.A Consulta Online: 
A Consulta é realizada por Skype, MSN, Google Talk ou E-mail, de acordo com a disponibilidade do cliente e do terapeuta, sendo o cliente atendido o mais breve possível.  
O Cliente deverá efetuar o Pagamento no valor de R$ 40,00 na seguinte conta: 

Caixa Econômica Federal Agência: 1620
Op: 013
Conta Poupança: 018711-4
Titular: Felipe Resende da Silva
Ou se preferir clicando n
o botão abaixo:
Após efetuado o pagamento mande um e-mail com a data, hora e valor do depósito para:  terapeutafeliperesende@gmail.com 

Após confirmado o pagamento a consulta será agendada de acordo com a disponibilidade de horários do Terapeuta e do Cliente, os atendimentos são realizados se Segunda a Sábado das 08:00 as 21:30.


Fontes:

http://www.sunflowers.com.br/home.htmFREUD, S. (1894) “As Neuropsicoses de Defesa”. Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas, Vol. III. Rio de Janeiro: Imago, 1987.
------(1894). ”Obsessões e Fobias: seu mecanismo psíquico e sua etiologia”. ESB, Vol. III.
------(1895) “Sobre os critérios para destacar da neurastenia uma síndrome particular intitulada neurose de angústia”. ESB, Vol. III.
------(1900) “A Interpretação dos sonhos”. ESB, Vol. III.
------(1905) “Três ensaios sobre a teoria da sexualidade”. ESB, Vol. VII.
-----(1909) “Análise de uma fobia em um menino de cinco anos”. ESB, Vol. X.
-----(1912) “Tipos de Desencadeamento da neurose”. ESB, Vol. XII.
-----(1917) “Conferências Introdutórias sobre Psicanálise”. ESB, Vol. XV.
-----(1926) “Inibição, Sintoma e Angústia”. ESB, Vol. XX.
------(1933) “Novas conferências introdutórias sobre a psicanálise”. ESB, Vol. XXII.
LACAN, Jacques. (1956-1957) O Seminário, livro 4: a relação de objeto. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1995.
-----(1964) O Seminário, livro 11: os quatro conceitos fundamentais da psicanálise. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 1988
http://www.medicinacomplementar.com.br/biblioteca.html?id=6